Evento “Há Bola na Escola” esteve em Tondela

Mais de 600 alunos do 1º Ciclo dos agrupamentos de escolas do concelho de Tondela participaram, a semana passada, no evento “Há Bola na Escola”, que decorreu no Campo Vale Pata, em Molelos.

Esta iniciativa surge depois de, em novembro do ano passado, o Município de Tondela ter assinado com a Associação de Futebol de Viseu e os Agrupamentos de Escolas de Tondela Tomaz Ribeiro e Cândido de Figueiredo, um protocolo de colaboração para levar o projeto “Há Bola na Escola” aos alunos do concelho que frequentam o 1º ciclo.

Com esta parceria, mais de 600 crianças do concelho de Tondela praticaram as modalidades de futebol e futsal nas Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC).

Ao longo de três dias, os pequenos “futebolistas” puderam mostrar as duas habilidades com a bola e, acima de tudo, conseguiram divertir-se enquanto praticavam desporto.

Para a vereadora da Educação da Câmara Municipal de Tondela, Sofia Ferreira, esta iniciativa revelou-se uma mais-valia para os alunos do 1º Ciclo do concelho.

“Os alunos já tinham atividades com bola nas AEC’s, mas a Associação de Futebol de Viseu veio ajudar a estruturar um pouco as atividades com os nossos professores, na medida em que os apoia ao nível da formação”, acrescentou.

De acordo com Sofia Ferreira, o concelho de Tondela distingue-se pela relevância que dá ao desporto e que “deve ser iniciado em idades tão precoces quanto possível”.

O trabalho em equipa para um fim comum que é o jogo, a importância do ‘fair-play’ são outros dos aspetos que este projeto consegue trabalhar.

O coordenador dos professores deste projeto no concelho de Tondela, Roger Almeida, apontou a importância deste projeto para o convívio e diversão dos alunos enquanto praticam desporto, neste caso o futebol.

“É uma mais-valia porque é possível estar com os alunos fora da escola, num dia diferente, com convívio e ‘fair-play’, numa das modalidades que mais gostam”, referiu.

Já o presidente da Associação de Futebol de Viseu, José Alberto Ferreira, destacou a socialização dos alunos, com saída do seu ‘habitat’ natural que é a escola.

“Aprendem a ser solidários e a trabalhar em equipa, numa sociedade onde se vive cada vez mais virado para si. Por outro lado, é também uma forma dos docentes incutirem nos alunos o sentido da prática desportiva, numa altura em que passam muito tempo ligado às novas tecnologias e à internet”, concluiu.