Mensagem de Ano Novo do Presidente da Câmara Municipal de Viseu

Mensagem de Ano Novo

Presidente da Câmara Municipal de Viseu recorda “momentos muito marcantes” de 2018 como o Europeade ou a chegada a Viseu de grandes marcas no domínio das tecnologias, mas em contraponto dá nota negativa ao Governo por continuar a adiar projetos estruturantes para a cidade-região

O Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, diz que o ano de 2018 foi globalmente positivo, com “momentos muito marcantes”, mas lamenta que o Governo persista em adiar projetos com os quais se comprometeu.
Numa mensagem de Ano Novo publicada nas redes sociais, Almeida Henriques, recordou o impacto que o Europeade teve em Viseu – cidade que se assumiu em 2018 como Capital Europeia do Folclore -, mas também o reconhecimento nacional por parte do portal Escolha do Consumidor, que considerou Viseu a melhor cidade para ser feliz; melhor cidade para ter qualidade de vida; melhor cidade para ser mais saudável; melhor cidade para sentir mais segurança; melhor cidade para comprar casa; melhor cidade em limpeza do espaço público; e melhor cidade para envelhecer.
“Isto não é mérito do Presidente da Câmara, é mérito de toda uma comunidade que faz o seu trabalho no dia-a-dia, alicerçado neste ecossistema de qualidade de vida”, destacou.
O aumento do número de alunos no sistema educativo, a afirmação de Viseu enquanto cidade de cultura e eventos e o reforço da aposta no domínio social foram outras políticas vincadas em 2018. “São saltos que demos, que resultam, sobretudo, do envolvimento da comunidade”, constatou.
O ano que terminou foi também marcante no domínio da captação do investimento. O projeto Vissaium XXI, incubadora de base científica e tecnológica, posiciona Viseu como uma cidade de referência no domínio da inovação, que aposta na inteligência urbana.
“A abertura da Delloite, da Altice Labs e da Critical Software são grandes emblemas de 2018”, observou, lembrando que se fixaram em Viseu 300 engenheiros para trabalhar no domínio das novas tecnologias.
O projeto do MUV – Mobilidade Urbana de Viseu, que já está no terreno, e terá um forte desenvolvimento no ano que agora começa, assim como a dinâmica assumida na requalificação do Centro Histórico – traduzida nas mais de 300 transações de imóveis -, foram outros momentos destacados por Almeida Henriques.
Tudo isto, segundo o autarca, só foi possível com uma política assente na solidez financeira. “Pelo quinto ano consecutivo fechamos com saldo positivo. Os beirões são de boas contas e a Câmara de Viseu é de boas contas”, enfatizou.
A terminar a mensagem de Ano Novo, ficam as críticas ao Governo por continuar a adiar projetos estruturantes para o desenvolvimento da cidade-região de Viseu, casos do IP3, a ligação Viseu-Sátão, o IP5, a ferrovia, o centro oncológico ou a ampliação das urgências do hospital. “Em relação a este ano que termina, só podemos dar uma nota negativa ao Governo”, constatou.