PRESIDENTE DO IPV ASSINOU PROTOCOLO DA REDE DAS IES PARA A SALVAGUARDA DA DIETA MEDITERRÂNICA

O Presidente do Instituto Politécnico de Viseu, Professor João Monney Paiva, assinou, no dia 10 maio, na Universidade do Algarve, o Protocolo da Rede das Instituições de Ensino Superior para a Salvaguarda da Dieta Mediterrânica (RIESDM). Na criação desta rede o Politécnico de Viseu tem como interlocutor a pró-Presidente Professora Dulcineia Maria de Sousa Ferreira Wessel.

Assinaram o protocolo as seguintes instituições:

Escola Superior de Enfermagem de Coimbra;

Escola Superior de Enfermagem do Porto;

Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril;

Instituto Politécnico de Beja;

Instituto Politécnico de Coimbra;

Instituto Politécnico da Guarda;

Instituto Politécnico de Leiria;

Instituto Politécnico de Lisboa;

Instituto Politécnico do Porto;

Instituto Politécnico de Santarém;

Instituto Politécnico de Setúbal;

Instituto Politécnico de Viana do Castelo;

Instituto Politécnico de Viseu;

Universidade do Algarve;

Universidade de Aveiro;

Universidade de Coimbra;

Universidade de Évora;

Universidade do Porto;

Universidade de Trás os Montes e Alto Douro.

 

“A criação da Rede das IES para a Salvaguarda da Dieta Mediterrânica (DM) tem como objetivo promover a coordenação e articulação entre as Instituições de Ensino Superior para a partilha de boas práticas no âmbito da salvaguarda da Dieta Mediterrânica e para criação de uma estratégia para a investigação, inovação e intervenção a nível regional, nacional e internacional, contribuindo para a afirmação de Portugal como uma referência neste âmbito. Esta estratégia deve estar articulada com o trabalho que está a ser desenvolvido pelo Centro de Competências para a Dieta Mediterrânica (CCDM), que tem por missão agregar os diferentes agentes e intervenientes com responsabilidades na investigação, preservação, valorização e divulgação e promoção da Dieta Mediterrânica em Portugal, contribuindo para a maior implantação e enriquecimento da mesma e para a respetiva preservação enquanto herança cultural identitária portuguesa, um estilo de vida e um padrão alimentar de excelência e importante um fator de desenvolvimento dos territórios rurais.

Consciente da importância da DM como modelo de vida sustentável e atenta ao risco da sua perda devido à aculturação em consequência da globalização e de modelos de produção intensivos e agressivos para o planeta e para a humanidade, a UNESCO reconheceu em 2010 a DM como Património Cultural Imaterial da Humanidade (PCIH) por proposta de quatro países (Espanha, Grécia, Itália e Marrocos). A DM voltou a ser reconhecida pela UNESCO como PCIH em 2013, na sequência de uma candidatura conjunta de 7 países e suportada pelas respetivas comunidades representativas: Espanha/Soria, Itália/Cilento, Grecia/Koroni, Croácia/Hvar e Brac, Chipre/Agros, Marrocos/Chefchaouen e Portugal/Tavira https://ich.unesco.org/en/Rl/mediterranean-diet-00884

Estes reconhecimentos conduziram ao interesse crescente pela DM e pelos benefícios diretos do consumo dos seus produtos, mas também pelas culturas e modos de vida dos povos dos países do Mediterrâneo, com impacto direto na economia, nomeadamente no turismo cultural e de experiências, que urge aproveitar e consolidar através de uma resposta articulada das comunidades e das suas instituições.”

 

Neste sentido, o Instituto Politécnico de Viseu acolhe toda a sua Comunidade Académica que desenvolve trabalho no âmbito da Salvaguarda da Dieta Mediterrânica.